
O som como ponte
Rock in Rio 2026Uma experiência para todas as pessoas
Pluralidade é mais do que estar presente. É poder chegar, circular, compreender, participar, ser acolhido e se reconhecer na experiência.
00 Ponto de vista
A narrativa parte da música como linguagem comum, mas amplia o olhar para toda a jornada. Operação, comunicação, cuidado e representatividade deixam de ser camadas paralelas e formam uma única experiência de pertencimento.
A cobertura deve revelar pessoas com agência — profissionais, instituições e público — evitando tratar diversidade apenas como imagem. O foco é mostrar como decisões concretas reverberam no conforto, na autonomia e na memória afetiva.
01—03 Narrativas

O som como ponte
Perfis cruzados de colaboradores cujas entregas reverberam diretamente na autonomia, no conforto e na memória do público.
Duplas, famílias e equipes de idades diferentes revelam o que cada geração oferece à outra quando escuta com curiosidade.
Narrativa, propósito, equipe, ativações e público observados como um ecossistema vivo — não como uma soma de estandes.
04 Acessibilidade
A leitura proposta abandona a lógica de “serviços isolados” e acompanha uma jornada completa. Cada recurso existe para ampliar escolha, autonomia e permanência.

A Central de Acessibilidade funciona como porta de entrada para informação, cadastro e suporte.
Mobilidade é poder escolher caminhos e viver a Cidade do Rock com menos barreiras.
A experiência musical também pode ser visual, tátil e mediada por recursos de comunicação.
Acolher necessidades sensoriais permite que mais pessoas permaneçam no festival com segurança.
Inclusão se concretiza quando a pessoa não apenas entra, mas escolhe, brinca, dança e pertence.
05 Pluralidade
A potência está na conexão entre espaços físicos, equipes, instituições, pesquisa e mensagens. Juntos, eles fazem a pluralidade sair do discurso e alcançar o cotidiano do festival.
Representatividade, educação e transformação social ganham corpo em ativações e encontros.
Segurança, cuidado e rede de apoio para mulheres em situações de vulnerabilidade.
Informação capaz de se transformar em cadastro, esperança e vínculo entre pessoas.
Espaços e equipes uniformizadas tornam o pedido de ajuda mais visível e humano.
Pessoas diversas como protagonistas de suas histórias, desejos e repertórios.
Instituições no Preview Social e no festival conectam o evento a territórios e redes mais amplas.
Família, infância, juventude e transmissão cultural como parte da pluralidade.
A pesquisa em andamento transforma percepção em evidência para decisões futuras.
Cartazes nos banheiros, “Não é Não” e avisos nos telões indicam valores e caminhos de apoio.
Entram na cobertura após confirmação de escopo, localização e operação.
Base Pesquisa publicada
Indicadores de 2022 funcionam como referência histórica — a pesquisa de 2026 deve atualizar, aprofundar e dar contexto a esses sinais.
Fonte: pesquisa SENAC/IFEC RJ citada em material oficial de acessibilidade do Rock in Rio, publicada em 2024.
06 Plano de cobertura
O mapa reúne todos os tópicos da pauta. Os filtros ajudam a distribuir equipes e a equilibrar espaços, pessoas, ações e evidências.
07 Método editorial
Mostrar pessoas diversas pelo que fazem, escolhem, criam e sentem — não apenas como ilustração de uma categoria.
Pedir autorização, explicar a finalidade e evitar expor atendimentos sensíveis, crises ou situações de vulnerabilidade.
Toda imagem de um recurso deve responder: que barreira ele reduz, como funciona e o que muda para quem o utiliza?
Legendas revisadas, contraste, linguagem simples, audiodescrição, ritmo legível e Libras nos conteúdos prioritários.